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Aos atletas, amigos e amantes do Futevôlei do Rio de Janeiro.
Os anos 80 foram o cenário do processo de nacionalização do futevôlei, até então praticado majoritariamente no Rio de Janeiro. No final desta década já era evidente a necessidade da criação de uma entidade que representasse os atletas e em 1989 foi criada a ACAF – Associação Carioca de Futevôlei. Reunidos no playground de um prédio em Copacabana, atletas e ex-atletas de todos os lugares votaram um estatuto e fundaram a entidabde.
Em 1996, também no Rio de Janeiro, mas sem a participação ou filiação da ACAF, nascia a primeira Federação, a FUTERJ – Federação de Futevôlei do Estado do Rio de Janeiro, tendo como sócios-fundadores, clubes como Flamengo, Botafogo e Vasco.
Quis o destino que a primeira Confederação Brasileira de Futevôlei – CBFv fosse fundada em Goiânia, em 1998, e sem a participação das entidades cariocas.
As três entidades foram fundamentais no desenvolvimento e estruturação do futevôlei em diversas esferas nos anos 80/90, porém estavam desconectadas entre si.
Chegou a hora de corrigir esse descompasso histórico em prol única e exclusivamente dos atletas e amantes do Futevôlei do Rio de Janeiro. Para tal, a partir de agora, a ACAF passa a ser filiada a FUTERJ, que por sua vez, após 22 anos da sua fundação, também passa a ser filiada a CBFv.
O Rio de Janeiro é o berço do futevôlei e com sua importância histórica merecia essa representatividade. Assim, agora alinhadas ACAF e FUTERJ passam a ser uma única entidade, com a enorme responsabilidade sobre representatividade dos atletas do Rio de Janeiro e também sobre a governança e estruturação do futevôlei no estado.
Ao longo de todo processo conciliativo, vale ressaltar a importância dos presidentes Luiz Claudio – Criollo (ACAF), Renato Adnet – Dunga (FUTERJ) e Ivandilce Araújo – Nicinha (CBFv), que envidaram todos os esforços no sentido do entendimento das demandas comuns, principalmente dos atletas, bem como a condução do processo de unificação das entidades por parte dos ex-atletas Luciano Viana e de Ayrton Mandarino, CEO do instituto Footvolley4ever.
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